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Existem algumas “regras de convivência” que ouvimos desde criança e com as quais crescemos convivendo. Nossos pais nos ensinam que devemos respeitar o próximo porque isso é o correto, que não devemos julgar ninguém, que precisamos ser tolerantes etc., até que alguma coisa aconteça e nos faça criticar, julgar e tomar atitudes contraditórias.
Por exemplo, quem nunca viu alguém ser influenciado por amigos, parentes ou colegas de trabalho? Certas pessoas são facilmente contaminadas pelo mal e se deixam persuadir sem perceber, quando veem, já estão fazendo parte de grupinhos que adoram criticar ou ofender as minorias. Se ainda o fizessem abertamente, saberíamos quem são e poderíamos tentar um esclarecimento. O pior é que se camuflam por trás de uma roupagem de “bom moço” e não conseguimos identificá-los.
Pequenas atitudes gentis podem evitar as más condutas: respeitar os mais humildes; cumprimentar com carinho as pessoas; não fazer parte de motins ou grupos de fofocas; ser dócil quando quiser ser ríspido; acalmar os ânimos; e dizer o quanto todos são importantes.
Assinale a alternativa que apresenta a frase ou o ditado popular que resume a ideia central do texto.