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Deduz-se do texto que a personagem Carolina tinha vergonha do namorado porque ele era arrogante e gostava de se exibir com a forma correta de falar o português.
Na última linha do texto, o autor faz uma comparação da voz de Carolina com a cobertura de caramelo, termo usado em sentido figurado, insinuando que a voz dela era doce.
A frase “— Me faz um favor?” (linha 2) contraria a norma gramatical brasileira, a qual exige a colocação do pronome depois da forma verbal em início de orações ou períodos.
No trecho “— Você fala certo demais. Fica meio esquisito.” (linha 8), a inserção de ponto e vírgula no lugar de ponto continuativo entre as duas orações, com a devida conversão de letra maiúscula em minúscula, manteria a correção gramatical e a coesão textual.
O termo ‘soberba’ (linha 13) tem o sentido de presunção, cujo antônimo é pretensão.
Na linha 13, para que a oração “Não fala ‘soberba’” esteja em conformidade com a gramática normativa da língua portuguesa, é necessária a flexão da forma verbal “fala” no modo imperativo negativo, a depender da pessoa verbal: Não fales “soberba” ou Não fale “soberba”.
Nas linhas de 12 a 14, Carolina pede que Carlinhos não empregue certos vocábulos da língua portuguesa porque esses são considerados como arcaicos pela gramática normativa da língua.
Na linha 15, o elemento “-los” retoma o antecedente “Os pronomes”.
No comentário “— Ó, Carol, teu namorado é mudo?” (linha 20), o vocábulo “teu” foi equivocadamente empregado, já que, em todas as regiões do Brasil, o termo seu é a forma padronizada da norma urbana culta.
A sentença “mas se conteve a tempo” (linhas 21 e 22) poderia ser reescrita como mas conteve-se a tempo, sem prejuízo para a correção gramatical do período.
No trecho “com aquela voz que ele gostava” (linha 23), a inserção do elemento de antes de “que” prejudicaria a correção gramatical e os sentidos originais do texto.
No segmento “— Comigo você pode botar os pronomes onde quiser, Carlinhos.” (linhas 24 e 25), a substituição de “onde” por aonde preservaria a correção gramatical e os sentidos originais do texto, por serem termos conexos.
Nas linhas de 12 a 14, Carolina pede que Carlinhos não empregue certos vocábulos da língua portuguesa porque esses são considerados como arcaicos pela gramática normativa da língua.