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Todos os sistemas de um organismo vivo trabalham em conjunto para manter suas condições internas compatíveis com a vida. Uma falha nesse controle pode determinar o surgimento de uma doença ou até mesmo a morte do organismo. Todos os processos vitais, por mais variados que sejam, têm uma única finalidade, que é a de manter constantes as condições de vida do ambiente interno do corpo. Essa capacidade de autorregulação presente em todas as formas de vida é denominada homeostase.
Quem tem uma dieta equilibrada entre carnes, vegetais, ovos e leite não precisa se preocupar com a falta de minerais no organismo. Alguns estão presentes em maior quantidade nos vegetais verdes, outros na carne, mas todos são comuns na maioria dos alimentos.
Vários elementos químicos, como selênio, zinco e cobre são importantes para o bom funcionamento do organismo, apesar de as quantidades diárias necessárias serem pequenas — inferiores a 20 mg por dia; por isso, são considerados micronutrientes (nutrientes necessários em pequenas quantidades, mas essenciais ao bom funcionamento do organismo). Outros elementos, como cálcio, fósforo, enxofre, potássio, sódio, cloro e magnésio, são necessários em quantidades relativamente altas, que ultrapassam os 100 mg por dia — são os macronutrientes.
O organismo humano necessita de cerca de 21 elementos químicos diferentes e a matéria viva se constitui principalmente de carbono, hidrogênio, oxigênio e nitrogênio. Por isso, os quatro são chamados de elementos de constituição. O carbono forma a estrutura básica de todas as moléculas orgânicas.
Os sais minerais podem ser encontrados sob a forma não solúvel, como constituintes estruturais de certas partes do corpo (ossos), ou sob a forma solúvel em água, sendo, nesse caso, dissociados em seus íons constituintes. É sob a forma de íons que exercem importante papel no metabolismo.
“É sob a forma de íons que exercem importante papel no metabolismo.” (linhas de 34 a 36): É que sob a forma de íons atuem como importante papel metabólico.