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Texto 1
“(…) Nos últimos anos, o bullying tornou-se um dos assuntos predominantes quando se fala em escola e frequentemente tomamos conhecimento de algum acontecimento, supostamente desse tipo, ora via relatos da própria comunidade escolar (professores, alunos, pais etc), ora via notícias veiculadas pela mídia impressa, televisiva e digital. (…) (…) podemos dizer que uso do termo bullying, no material visitado, (…) tem por consequência manter recalcado tudo aquilo que é da ordem do sujeito, portando do desejo. O que se quer é apenas administrar o problema, sem a necessidade de compreendê-lo. (…) (…). O gozo desenfreado de um tirano, a violência e o medo subjacente à condição de horda: não seria esta a cena a que somos remetidos quando estamos diante de algo como o bullying?”
(Natalo, S. P. (2012). Um olhar __________ sobre o bullying. Proceedings of the 9th Retratos do mal-estar comtemporâneo na educação)
Texto 2
“O objetivo da presente pesquisa foi o de analisar funcionalmente algumas contingências envolvidas no bullying a partir do discurso de duas pessoas que sofreram bullying na infância e na adolescência (…).(…) a atitude passiva das testemunhas (colegas e professores) pode reforçar o comportamento dos agressores de continuar provocando, uma vez que há uma plateia observando o “show”. (…)”
(Santos, L. B. D. (2009). Relatos de vítimas de bullying: Uma análise sob a ótica ______________. repositorio.uniceub.br/bitstream/123456789/2753/2/20527620.pdf).
As teorias que fundamentam os estudos relatados nos textos 1 e 2 são, respectivamente: