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O presente caso clínico refere-se às questões de números 29 e 30.
Paciente do sexo masculino, 40 anos. Vem trazido pela família com história de episódios depressivos no passado, que remitiram após tratamento com Eletroconvulsoterapia. Sua esposa diz que ele é trabalhador, sempre atencioso com ela e os filhos, mas que quando começa a ficar muito desanimado, hipervalorizando os problemas, tem início um novo quadro depressivo. Durante os episódios, ele negligencia os cuidados com sua higiene, alimenta-se muito mal e fala coisas completamente sem nexo. Ao exame do estado mental, o paciente mostra-se apático, repete o tempo todo que nada mais tem solução, que sua família está na miséria e que vão passar fome - razão pela qual ele se recusa a comer. Questionado a respeito, diz que não pensa em se matar pois, conta ao médico em voz baixa: ele já morreu.
Caso o médico que atendeu o paciente descrito no caso clínico, opte pela realização de sessões de Eletroconvulsoterapia (ECT), devem ser observados os artigos da resolução número 2.057/2013 do Conselho Federal de Medicina, que regulamenta esta prática no país. Entre as alternativas abaixo assinale aquela que não consta da referida resolução: