///
Para Quadros (2004) “[...] as competências e responsabilidades destes profissionais [intérpretes] não são tão fáceis de serem determinadas. Há vários problemas de ordem ética que acabam surgindo em função do tipo de intermediação que acaba acontecendo em sala de aula” (p. 60). Partindo do pressuposto que o papel do intérprete educacional ainda não está claro no contexto da sala de aula, encontramos desacertos na relação entre este profissional e o professor regente, tais como:
I. Confundir o intérprete de Libras com o professor da classe; alunos dirigirem questões e realizarem discussões sobre o tema de aula com o intérprete.
II. Delegar ao intérprete a responsabilidade pelo ensino de conteúdos; consultar o intérprete com relação ao desenvolvimento do aluno na sua disciplina.
III. Ser intermediador entre os alunos surdos e o professor regente, não lhe cabendo atuação pedagógica e avaliativa desses alunos.
IV. Realizar atividades extraclasse de reforço escolar para os alunos surdos.
Destas afirmativas estão corretas: