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O canto orfeônico foi no Brasil um método de canto coletivo, inserido nas escolas, com o intuito de aproximar música, cultura e amor à pátria dos brasileiros. Sua forma de aplicação e metodologias seguiam a fonte do nacionalismo brasileiro que se encontrava em seu apogeu e conforme decreto para sua instituição nas escolas (1930). “O folclore era usado como base para os cantos terem uma marca nacionalista, mas não como valorização da cultura popular. Nas aulas, praticamente não se podia tocar de ouvido e improvisar, e o repertório orfeônico não permitia sambas urbanos (o samba rural era considerado folclore, e, portanto, aceito), maxixes, palavras sensuais ou crítica social. Tudo isso era considerado feio, desafinado, imoral ou perigoso. “ (Gilioli, 2011). Embora não tenha sido o seu precursor, esse importante maestro brasileiro, a partir de 1930 teve espaço como educador musical do canto orfeônico. O trecho acima se refere a: