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O debate atual em torno da necessidade de incluir a dimensão artístico-cultural na formação de crianças e de adolescentes caminha na direção não apenas das questões relativas ao acesso e à apropriação da produção existente, como também da organização da escola como espaço de criação estética. Nesse contexto, a arte não está a “serviço da educação” (Ostetto e Leite, 2004), mas constitui-se como experiência estética e humana, como área de conhecimento que tem seus conteúdos próprios. É importante não reduzir a arte a mero recurso ou pretexto para o ensino de conteúdos privilegiados na escola, pois qualquer tentativa de normatizá-la como recurso didático leva à sua destruição. Como nos diz Kramer (1998) “Para ser educativa a arte precisa ser arte e não arte educativa”. (Goulart e Borba, 2007, pp. 47-48) Partindo desta perspectiva assinale o elemento incorreto em relação às propostas da prática da arte no ensino fundamental de 9 anos.