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Os princípios de performance que se acercam a cada dia deixam patente a produção de necessidades incomensuráveis, normatizadas, essencialmente, pelos discursos totalitários da saúde, do embelezamento e da juventude. Nesse contexto, os cuidados com o corpo mediados pelas técnicas do treinamento desportivo de forma nenhuma visam “limitar” as potencialidades corporais, mas, ao contrário, procuram acelerá-las no sentido de uma pedagogia do corpo capilar, cujos componentes incluem também as cirurgias plásticas, as dietas, a relação com as drogas, os imperativos da beleza, enfim, a cultura centrada no indivíduo desamparado de sua condição subjetiva.
De acordo com o texto acima, podemos afirmar que: