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“Partindo da constatação de que se trata de grupos que vivem em posições marginais em relação ao ecúmeno, é recomendável situar esses gêneros de vida tomando em consideração os elementos mais agressivos do meio (...) Trata-se, por conseguinte, de uma classificação geográfica sensu stricto, isto é, por domínios marginais do ecúmeno: a floresta quente e úmida da zona equatorial, os desertos quentes, os arquipélagos oceânicos, a orla do Oceano Glacial Ártico, as altas montanhas – especificamente a floresta amazônica, a floresta congolesa, a floresta congolesa, a floresta dos arquipélagos do sudeste asiático e da Indonésia, de Bornéu à Nova Guiné, o Saara, o deserto siro-arábico, a Polinésia, a Melanésia, o Ártico americano e o Ártico eurásico, o Tibete, o Himalaia, o altiplano andino... ”. (GEORGE, Pierre. A ação do homem. Difusão europeia do livro, São Paulo, 1968, p. 14-15).
O excerto de Pierre George contém dois conceitos importantes da geografia francesa, incorporada pela geografia brasileira desde sua fundação acadêmica, gênero de vida e ecúmeno. A partir disso, marque a opção que traga os conceitos e seus significados no contexto do trecho escrito por George.