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AS SEM RAZÕES DO AMOR Eu te amo porque te amo Não precisas ser amante E nem sempre sabes sê-lo Eu te amo porque te amo Amor é estado de graça E com amor não se paga Amor é dado de graça É semeado na cachoeira, no eclipse Amor foge a dicionários E a regulamentos vários Eu te amo porque não amo Bastante ou demais a mim Porque amor não se troca Não se conjuga, nem se ama Porque amor é amor a nada Feliz e forte em si mesmo Amor é primo da morte E da morte vencedor Por mais que o matem (e matam) A cada instante de amor
No trecho, “Porque amor é amor a nada/feliz e forte em si mesmo”, pode-se concluir, que: