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As disfunções tireoidianas são muito frequentes na prática clínica, sendo definidas como alterações laboratoriais no nível sérico do hormônio tireoestimulante (TSH) e/ou níveis de triiodotironina (T3) e tiroxina (T4) fora das respectivas faixas de referência.(1) Estima-se que, no mundo, cerca de 200 milhões de indivíduos possuem algum tipo de disfunção da tireoide, sendo que sua prevalência está associada a diversos fatores, particularmente idade, sexo, histórico familiar e ao teor de iodo da dieta.
É correto afirmar:
I. De maneira geral, as doenças da tireoide afetam as mulheres com uma frequência oito vezes maior que os homens, e o número de casos de hipotireoidismo entre pessoas do sexo feminino é de cerca de 5/1.000 casos, enquanto o hipertireoidismo possui prevalência de 3/1.000 casos.
II. Com o avanço da idade, muitos sistemas endócrinos apresentam uma redução gradual na produção, metabolismo, ação e concentração plasmática dos hormônios.
III. O TSH é composto pouco resistente a metais tóxicos, compostos com radicais livres, hipoclorito, dessecação e radiação ionizante.
IV. O hipertireoidismo subclínico, ou forma moderada, é definido pela elevação do nível sérico de TSH com concentrações normais de T4 e T3, na ausência de sintomas clínicos.
A sequência correta é: