///
É por volta de 1975 que as análises linguísticas explicitamente classificadas como funcionalistas começam a proliferar na literatura norte-americana. Essa corrente surge como reação às impropriedades constatadas nos estudos de cunho estritamente formal, ou seja, nas pesquisas estruturalistas e gerativistas. Os funcionalistas norte-americanos advogam que uma dada estrutura da língua não pode ser proveitosamente estudada, descrita ou explicada sem referência à sua função comunicativa, o que, aliás, caracteriza todos os funcionalismos até aqui mencionados.
Dos vários enquadramentos teóricos e práticos que a Linguística conheceu no século 20, um deles é mencionado no texto acima, o Funcionalismo. Assim como a autora, muitos outros estudiosos preferem se referir a determinadas linhas e correntes do pensamento linguístico com a marca -s ao final: funcionalismos, linha 6. Nesse sentido, é CORRETO afirmar que