Na quinta geração, surgiu a preocupação em padronizar protocolos de comunicação para os CLPs, de modo a proporcionar que equipamentos de fabricantes diferentes “conversassem”, não somente CLPs, mas também computadores industriais, demais tipos de controladores de industriais, SCADA (Supervisão, Controle e Aquisição de Dados) e redes industriais de comunicação, possibilitando uma maior integração para facilitar a automação, gerenciamento e desenvolvimento de plantas industriais mais flexíveis e normalizadas.