///
“A percepção de que conhecimentos e práticas culturais constituem bens de valor patrimonial e elementos fundamentais na construção de identidades não é nova no Brasil. Essa percepção, contudo, só ganhou consistência teórica e espaço institucional na década de 70, em torno da noção de ‘referência cultural’ que promoveu importante inflexão na prática intervencionista em curso, até então […]”.
SANTANNA, Márcia de (Org). O registro do patrimônio imaterial. MINC / IPHAN/FUNARTE, Brasília, 2003. p. 9.
Diante deste quadro, é possível afirmar que a noção de “referência cultural”: