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Dona Júlia leva seu filho de 26 anos à Unidade Básica de Saúde (UBS). Ele é portador de leve sequela de paralisia cerebral. Ele faz uso de vários medicamentos para controlar convulsões e agressividade. Ela percebeu, há 3 dias, que ele tem uma “mancha esquisita em nádega direita, que simplesmente mudou a cor da pele para mais avermelhada”. Não há nada mais de errado com seu filho. Após o exame físico realizado pelo médico da UBS, ficou constatado que há perda de sensibilidade térmica e tátil na área da lesão, sem nenhuma outra alteração. O médico formulou a hipótese de hanseníase. Qual é a correta decisão clínica a ser tomada pelo médico?