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No exame psíquico, entre outras alterações, o médico perito percebe que o periciando apresenta um pensamento de conteúdo grandioso, com discurso exaltado, autoconfiança excessiva e a convicção de possuir uma missão especial capaz de transformar o mundo. No curso da entrevista, revela histórico anterior e atual, confirmando ter utilizado substâncias psicoestimulantes na noite anterior até a madrugada. Além disso, afirma que não havia revelado esse uso ao médico assistente, pois não lhe foi perguntado.
Com base nesses dados descritos, e considerando apenas o momento da avaliação, qual formulação diagnóstica deve ser adotada com maior cautela clínica e pericial?