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“Não pedimos fluência, elegância, nem limpeza, mas um respeito aos limites mesmos da língua, além dos quais ela perde não apenas sua beleza e seu sentimento, mas sua própria natureza. É um mínimo de decência e de dignidade, na escrita, sem o qual o pensamento mais profundo e a ideia mais brilhante se tornam torpes e ridículos” (Rubem Braga). Martins, D. S.; Zilberknop, L. S. Português instrumental – 23ª. Edição, revista e ampliada. Porto Alegre: Editora Sagra Luzzatto, 2002.
Sobre o uso da vírgula no trecho em destaque (abaixo), indique a afirmativa correta: “[...] É um mínimo de decência e de dignidade, na escrita, sem o qual o pensamento mais profundo e a ideia mais brilhante se tornam torpes e ridículos”.