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Em seu artigo intitulado A questão Social no capitalismo, Iamamoto (2001) aponta que em primeiro lugar, nessa sociedade, a mercadoria é o caráter predominante e determinante dos produtos. O próprio trabalhador aparece como um mero vendedor de mercadorias: trabalhador livre que vende a sua força de trabalho – ou uma medida determinada do seu tempo de vida – e seu trabalho assume a determinação social de trabalho: