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No final das contas, o que o livro sugere é que o ateísmo, ainda que expresso por apenas uma minoria, é a consequência de um ambiente de liberdade intelectual, no qual todas as ideias, inclusive as mais sagradas, possam ser contestadas. São condições que favorecem também o florescimento das ciências e da filosofia, do que a Grécia clássica dá testemunho.
Segundo a interpretação que Hélio Schwartsman faz de certo livro referido no texto: