Foi a partir dos anos 1990 que a categoria profissional passou a fortalecer a produção de conhecimentos, saindo da preocupação com os metodologismos epistemológicos para um mergulho ontológico nos fundamentos do ser social e do modo de produção capitalista, avanço decorrente da inserção do Serviço Social na universidade, do contato com as ciências sociais, bem como da criação dos cursos de pós-graduação stricto sensu.