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No meio do caminho tinha uma pedra tinha uma pedra no meio do caminho tinha uma pedra no meio do caminho tinha uma pedra. Nunca me esquecerei desse acontecimento na vida de minhas retinas tão fatigadas. Nunca me esquecerei que no meio do caminho tinha uma pedra tinha uma pedra no meio do caminho no meio do caminho tinha uma pedra.
(ANDRADE, Carlos Drumond de. Antologia Poética. 27ª ed. Rio de Janeiro, 1991 p.196)
A figura de linguagem perceptível no poema é: