Reinaugurou a percepção acadêmica sobre “verdade” em história, proporcionando condições de coleta de dados com apoio de gravadores de voz, filmadoras, inclusive documentos que não foram escritos por personalidades consagradas, mas por pessoas comuns, como Jorge Fieldmann, presidente da Companhia Astoria, responsável pela contabilidade da maior financiadora de armas para a segunda guerra mundial, e Elizabeth Burnhill, empregada doméstica que presenciou da janela de seu apartamento, o assassinato de John Kennedy.