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Uns anjos tronchos do Vale do Silício Desses que vivem no escuro em plena luz Disseram vai ser virtuoso no vício Das telas dos azuis mais do que azuis Agora a minha história é um denso algoritmo Que vende venda a vendedores reais Neurônios meus ganharam novo outro ritmo E mais e mais e mais e mais e mais Primavera Árabe e logo o horror Querer que o mundo acabe-se Sombras do amor
No verso “Agora a minha história é um denso algoritmo”, há a presença de uma figura de linguagem que pode ser identificada como: