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Em um processo de avaliação psicológica em um serviço de saúde mental, um adulto em acompanhamento relata não conseguir recordar eventos significativos de sua infância, incluindo situações de possível violência e conflitos familiares. No entanto, ao longo das entrevistas clínicas, surgem indícios consistentes, tanto por relatos indiretos quanto por manifestações emocionais associadas a determinados temas, de que tais experiências podem ter ocorrido e possivelmente tenham impacto em seu funcionamento atual. O paciente não demonstra intenção consciente de omitir informações e apresenta lacunas de memória específicas relacionadas a conteúdos potencialmente dolorosos. Segundo a teoria psicanalítica dos mecanismos de defesa, esse funcionamento psíquico é MAIS COMPATÍVEL com: