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Amo do nauta o doloroso grito
Em frágil prancha sobre mar de horrores,
Porque meu seio de tornou de pedra, Porque minha’alma descorou de dores.
“Em frágil prancha sobre mar de horrores, Porque meu seio de tornou de pedra, Porque minha’alma descorou de dores”
Sabendo que os vocábulos destacados nos versos possuem formas distintas de emprego (POR QUE; PORQUE; POR QUÊ; PORQUÊ), das frases a seguir, o emprego desse vocábulo deve ocorrer pelo mesmo motivo do emprego nos versos, preenchendo a lacuna, sem infringir a norma culta em: