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Como se sabe, para chegar ao desfecho do Estado Novo, o país passou pela irradiação do movimento integralista, de corte fascista, do qual o Estado Novo tratou sempre de guardar distância, no plano ideológico. É significativo assinalar os esforços que os formuladores teóricos do regime de 37 fazem no sentido de demarcar suas diferenças não só com o integralismo, como também com o nazifascismo. Para serem consequentes, eles não podiam admitir que recebiam forte influência das ideias autoritárias vigentes no mundo, pois criticavam o liberalismo por ser um decalque de ideias importadas, cuja aplicação no Brasil era artificial e contraproducente. O exemplo mais expressivo é o de Azevedo Amaral, que faz uma excelente distinção — sem que o adjetivo implique juízo de valor — entre autoritarismo e totalitarismo em O Estado autoritário e a realidade nacional. Por sua vez, Oliveira Viana, após repudiar o pluripartidarismo, repudia também o conceito totalitário de partido único numa frase sintética: „nosso partido é o presidente”
Sobre o período Vargas, de 1930 a 1945, é CORRETA a afirmação: