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Onde encontrar a felicidade?
Às vezes, o simples se torna tão complicado, que não conseguimos entender. A vida é uma incógnita, uma viagem interplanetária, um navegar sem destino. Mas o engraçado é que o destino é que nos convida para viver. Algo nos incentiva a escrever o que pensamos. Deixar que as palavras repousem no papel.
Entender a vida é procurar entender a si, é querer mudar, é querer construir, é não desistir. À medida que pensamos e vivemos assim, experimentamos uma felicidade inexplicável, que não se encontra em moldes esotéricos, nem em matéria (dinheiro). Porém, a felicidade vem como uma planta que exala um perfume, e por onde andarmos, iremos sentir, numa fé que não se casa com o desânimo, nem se cala ao tombo, que não é seletiva e não se pauta na doutrina. A felicidade transcende os limites da religiosidade.
A felicidade que se descobre no ouvir sem se exaltar, no falar sem agredir, no sentir sem forçar, no amar sem transgredir, no olhar sem se assustar, no sorrir sem fingir, no chorar sem se entregar. O coração e a mente; esses são os dois esconderijos que se pode encontrar a felicidade e a chave para o verdadeiro propósito de viver.
“Às vezes, o simples se torna tão complicado, que não conseguimos entender.” A oração destacada estabelece em relação à primeira uma: