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Observe o seguinte diálogo entre um rigoroso professor de gramática e uma ex aluna sua.
– “Professor, aonde o senhor andava, que eu nunca mais lhe vi?”.
– “Nem a mim nem à gramática” – respondeu-lhe o mestre deixando-a um tanto embaraçada por não haver entendido o porquê da resposta.
Com certeza, outra teria sido a resposta do professor, se a pergunta da aluna tivesse sido: