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Neymar disse, em começo de carreira, que não se enxerga como negro.
Talvez por isso a discriminação que sofre em alguns campos da Europa o faça preferir tratar o assunto com desdém ao agressor, em vez de assumir seu papel social como craque, adotar uma postura combativa – de fato – ao racismo e reivindicar punição às autoridades do futebol.
Desculpa aí, Neymar, mas não somos macacos.
PIRES, Breiller. Não somos macacos. Placar, 28 abr. 2014.
De acordo com a ideia geral do texto, pode-se concluir que Breiller Pires se posiciona, em relação à campanha: