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A professora pede ao aluno: — Dê um exemplo de verbo. Ele pensa e responde indeciso: — Bicicleta! — Bicicleta não é verbo! Pede, em seguida, exemplo de verbo a outro estudante. Ele também pensa, pensa e arrisca: — Plástico! Ela se irrita. — Pelo amor de Deus, plástico não é verbo. Pergunta então ao terceiro: — Diga um verbo. Lulinha nem pensa e, prontamente, diz que o que ela entende de forma nítida como “hospedar”. — Muito bem, até que enfim. “Hospedar” é um verbo. Agora diga uma frase com o verbo que você escolheu. — Os pedar da bicicreta é de prástico.
O elogio da professora a Lulinha se deu: