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Texto para responder as questões de 21 a 25. Um povo que não batizou o azul As florestas de Papua-Nova Guiné, na Oceania, são azuis. Pelo menos para os berinmos, povo primitivo que habita o país. Pesquisadores das universidades de Londres e Surrey, na Inglaterra, descobriram que os berinmos classificam suas cores de modo particular. O verde e o azul, por exemplo, são uma cor só. Eles dão nomes a apenas outras quatro cores, equivalente ao vermelho, amarelo, branco e preto. Por muitos anos, psicólogos e antropólogos discutiram se a linguagem humana evoluiu para adequar-se à forma como vemos o mundo ou se a forma como vemos o mundo depende do modo como usamos a linguagem. A descoberta feita em Papua-Nova Guiné sugere que a classificação das cores pode variar segundo a cultura. Estudos com esquimós chegaram a resultado semelhante. Há vários nomes para o branco, equivalentes aos matizes que os esquimós enxergam na neve e no gelo.
Pode-se afirmar que o texto apresenta uma indagação comum entre alguns estudiosos da cultura e da linguagem humanas, sendo a MAIS pertinente: