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A partir da década de 1950 a Arte Cinética foi encarada com grande seriedade por vários artistas. É muito difícil resumir a produção dos últimos 60 anos e dada a dificuldade, Cyril Barret aponta as direções e definições em quatro títulos: 1. Obras que envolvem movimento real: o mecanismo é integrado dentro da obra e busca criar a ilusão através do movimento. É como se as partes das obras possuíssem uma misteriosa vida e produzissem movimentos imprevisíveis. 2. Obras estáticas que produzem efeito cinético pelo movimento do espectador: o movimento do espectador incorpora uma transformação na obra. O movimento aqui é recriado apenas através da ilusão. 3. Obras que envolvem projeção de luz: obras bidimensionais, filmes com ou sem ilusão, neons, utilização da projeção da luz. 4. Obras que requerem a participação do espectador: colocam o espectador numa situação em que ele se inicia e transforma; experiência corporal e sensorial. Desenvolve a capacidade de percepção e ação. (...)
Nessa dimensão, analise as assertivas com o código V(Verdadeiro) ou F(Falso). Após análise, marque a alternativa com a série correta.
I – Nos anos 60, muitos artistas já mesclavam seu trabalho de arte com a construção de sistemas tecnológicos
II – Nos anos 70, a cena da arte tecnológica era dominada pelo vídeo arte.
III – Na década de 80, a arte sofreu a intervenção do computador e com a digitalização outras formas de arte foram possíveis: a computação gráfica, esculturas cibernéticas, animação e performances com laser.
IV – A Arte Cinética levou artistas e público ao interesse pela Ciência e Tecnologia, permitindo o nascimento e desenvolvimento da Arte Tecnológica-Digital.