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“Se Platão tem para a educação e a cidadania modelos ideais, perfeitos e distantes da realidade, Aristóteles pensa a partir das questões concretas e, ao mesmo tempo, produz uma síntese da filosofia de seu tempo. Na sistematização que faz das tradições, em sua procura por definir um modelo grego para a educação, o filósofo exclui os homens livres do exercício dos ofícios, os cidadãos cuja formação deverá ter por finalidade a cultura. Acima da experiência, da arte e da ciência, Aristóteles (1973) destaca a filosofia como a mais alta de todas as ciências, reservada à formação do homem justo, o cidadão. Para Aristóteles (1977), somente o Estado poderá oportunizar o pleno desenvolvimento dos valores morais “uma vez que todos pertencem ao Estado de que cada um é parte”. Portanto, a educação tem caráter público.” (RIBEIRO, Marlene. Educação para a cidadania: questão colocada pelos movimentos sociais. Educação e Pesquisa, São Paulo, v.28, n.2, p. 113-128, jul./dez. 2002 – artigo retirado de http://www.scielo.br/pdf/%0D/ep/v28n2/a09v28n2.pdf - acessado em 29/07/2019.) O conceito de cidadania é imprescindível para entendermos o processo de desenvolvimento da democracia na História da Humanidade. Na Grécia, nem todas as pessoas eram consideradas cidadãs. Assinale a alternativa que contém apenas os seguimentos sociais que não eram considerados cidadãos na Grécia Antiga.