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Como forma de facilitar o acesso e esquematizar as novas mudanças trazidas com a última atualização, a AHA publicou um resumo dos principais pontos de discussão e alterações feitas na Atualização das Diretrizes AHA 2015. Ela foi desenvolvida para que os profissionais que executam a ressuscitação e os instrutores da AHA possam focar na ciência da ressuscitação e nas recomendações mais importantes das diretrizes, ou controversas ou que resultem em mudanças na prática ou treinamento de ressuscitação. O manual reforça que a nova atualização prioriza que os “sistemas de ressuscitação devem estabelecer a avaliação contínua e a melhora dos sistemas de atendimento”, sempre melhorando os objetivos. Sem dúvida, esse documento é crucial para o entendimento geral nos casos de PCR e ACE, porém depende, principalmente, dos profissionais e setores de educação em saúde permanente para que haja treinamento e estudo constante destas atualizações.
Em relação ao texto, responda às próximas três perguntas.
Sobre a cadeia de sobrevivência, é correto afirmar o que se apresenta em quais das assertivas seguintes?
I- A partir das novas diretrizes, passaram a existir 2 cadeias, uma de atuação intra-hospitalar e outra extra-hospitalar.
II- Na cadeia de sobrevida, a pessoa leiga pode atuar tanto dentro como fora do ambiente hospitalar.
III- Na parada cardiorrespiratória extra-hospitalar, o serviço médico especializado deve iniciar a partir do segundo elo, quando possível.
IV- Na cadeia de sobrevida extra-hospitalar, a pessoa leiga que inicia o atendimento do doente permanece atuando no atendimento, juntamente com o serviço médico especializado, até a chegada do doente no ambiente hospitalar.
V- Na cadeia de parada cardiorrespiratória intra-hospitalar, é indicado o atendimento de uma equipe de ressuscitação, ao doente.