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Ao caracterizar o psicólogo, em qualquer contexto em que trabalhe, como 'profissional do encontro', estamos apenas assinalando o fato de que o lidar com o outro (indivíduo, grupo ou instituição) na sua alteridade faz parte da nossa atividade cotidiana.
Sendo assim, o que sempre importa é:
I- A nossa disponibilidade para a alteridade nas suas dimensões de algo desconhecido, desafiante e diferente.
II- Algo que no outro nos obriga a um trabalho afetivo e intelectual.
III- Algo que no outro nos propulsiona e nos alcança.
IV- Algo que do outro se impõe a nós e nos contesta, fazendo-nos efetivamente outros de nós mesmos.
Pode-se afirmar que: