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“As vacinas representam a estratégia de intervenção com a melhor relação custo-benefício até hoje aplicada em saúde pública. Avanços biotecnológicos em diversas áreas de pesquisa têm contribuído para o desenvolvimento de formulações mais seguras e eficazes. Além disso, a aplicação de ferramentas biotecnológicas no desenvolvimento de vacinas tem provocado mudanças na maneira como pensamos e produzimos esses reagentes tanto para uso em humanos como em animais. Essas tecnologias trazem perspectivas de que, em futuro próximo, vacinas para o controle de doenças infecciosas e degenerativas ainda não passíveis de prevenção possam estar disponíveis. Em particular, vacinas com efeitos terapêuticos, embora representem um enorme desafio a ser vencido, tornam-se cada vez próximas da realidade e, certamente, terão um impacto enorme no tratamento de diversas doenças, como em algumas formas de câncer.” [Diniz, M. de O. e Ferreira, L., C de S. Biotecnologia aplicada ao desenvolvimento de vacinas, 2010]. A partir do texto acima, pode-se verificar que a biotecnologia revolucionou as vacinas de segunda geração, uma vez que, na fase inicial, as vacinas se restringiam à utilização de toxinas inativadas, como as do tétano e difteria e, em um segundo momento, polissacarídeos purificados. As vacinas de DNA surgiram como resultado dos avanços biotecnológicos em DNA recombinante, representando uma forma alternativa de desenvolver imunoterapias viabilizadas graças à introdução das técnicas de DNA recombinante à pesquisa vacinal. Diante desse contexto, é correto afirmar que: