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MSA, mulher, de 69 anos, apresenta-se no ambulatório com queixa de piora de dispneia aos esforços há várias semanas. Antes, ela era capaz de trabalhar em casa com os afazeres domésticos, mas agora sente fadiga depois de andar 20 m. Nega dor torácica ao deambular, embora no passado refere ter sofrido episódios de pressão retroesternal aos médios e grandes esforços. Em uma ocasião, sentiu a cabeça leve, como se fosse desmaiar, quando subia um lance de escada, mas a sensação passou ao repousar. Ultimamente, tem apresentado dispneia ao dormir, necessitando apoiar-se em três travesseiros. Às vezes, acorda à noite com dispneia abrupta, com melhora ao sentar-se com as pernas para fora da cama. Também notou edema em membros inferiores ao final do dia. Ela nega outros antecedentes. Refere tabagismo por 5 anos, iniciado aos 18 com consumo de 5 cigarros ao dia, em média. Nega etilismo. Há 10 anos, não vai ao médico por ter perdido o plano após a aposentadoria. No momento do exame físico, está afebril, com frequência cardíaca de 99 bpm, pressão arterial de 140/94 mmHg e frequência respiratória de 16 IRPM. Glicemia capilar 90 mg/dL. Exame da cabeça e do pescoço: mucosas normocoradas, sem palidez, glândula tireoide inalterada e jugulares distendidas. Ausculta pulmonar com estertores crepitantes inspiratórios em terço inferior de tórax. No exame cardíaco, o ritmo é regular, com B1 normal, desdobramento de B2 durante a expiração, B4 no foco mitral, ictus sem deslocamento e sopro telessistólico na borda superior direita do esterno que se irradia para as carótidas. O pulso carotídeo tem amplitude diminuída.
Baseando-se na história da paciente e no quadro clínico, qual é a classe funcional dessa paciente, pela NYHA?