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Na multidão busco meu amor Ainda anônimo, Seu rosto que não conheço Entre tantos rostos. A voz que acenderá estrelas E que ainda é uma voz qualquer Busco meu amor como a chave De um castelo Esquecida há milênios Em algum lugar obscuro Do mundo. Busco meu amor desconhecido Como quem busca algodão Num campo imenso Para se forrar por dentro.
No primeiro verso do poema, temos dois substantivos e um pronome possessivo. Identifique-os e assinale a alternativa correta.