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O diagnóstico para a identificação da lesão de cárie é visual, feito por meio de exame clínico, podendo ser complementado com radiografias. No exame é importante avaliar: 1 - Sinais da atividade da doença: lesões ativas (manchas brancas rugosas e opacas no esmalte ou cavidades com tecido dentinário amolecido e de cor marrom clara) ou inativas (manchas brancas brilhantes ou cavidades com tecido dentinário escurecido, liso, brilhante e duro).
2 - Avaliação dos fatores de risco presentes.
Manutenção do tratamento - o retorno para manutenção deve ser instituído como rotina, ter frequência definida pela avaliação da atividade de doença e fatores de risco individuais e ser agendado de acordo com cada situação. Nas consultas de manutenção, as ações educativo preventivas devem estimular a autonomia no cuidado à saúde.
Uso de selantes: O uso de selantes de fóssulas e fissuras não é uma unanimidade entre os cirurgiões dentistas. O seu emprego deve ser restrito à indicação individual de acordo com o risco e não utilizado como medida de rotina na prevenção da lesão de cárie.
Uma regra de decisão adotada pela FSP-USP indica seu uso na presença simultânea das seguintes condições: 1 - O dente está presente na cavidade bucal há menos de 2 (dois) anos.
2 - O dente homólogo apresenta cárie ou foi atingido pela doença.
3 - Há presença de placa clinicamente detectável, evidenciando higiene bucal precária.
Está (ão) correta (s):