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As ações de Vigilância Sanitária em estabelecimentos de assistência odontológica são caracterizadas como ações de saúde, que devem levar a eficiência no controle dos riscos à saúde dos pacientes, profissionais e circundantes. As clínicas odontológicas estão expostas a uma grande variedade de microrganismos veiculados pelo sangue, saliva e outros meios. As infecções que podem ocorrer em uma clínica odontológica representam sérios riscos, portanto necessitam ser controlados com rigor para que o profissional não seja considerado negligente, colocando em risco a saúde dos pacientes, a sua e de sua equipe. Fontes de infecção são os locais onde os microrganismos podem ser encontrados, quer seja em seu habitat natural ou locais em que possam sobreviver ou se multiplicar. Em odontologia, podem ser considerados dois tipos de fontes: humana (hospedeiro) e ambiental (que compreende instrumentos, objetos ou superfícies contaminados). As fontes humanas de infecção podem ser classificadas nas categorias: infectados em fase de incubação, infectados em fase prodrômica, infectados em fase aguda, infectados em convalescença, infectados inaparentes ou infecção subclínica e portadores assintomáticos.
A categoria que “corresponde ao período decorrente entre a penetração do agente infeccioso e as primeiras manifestações clínicas. Durante este período, o microrganismo invasor precisa multiplicar-se em número suficiente para vencer a resistência do hospedeiro e produzir a doença. Este tempo varia conforme cada agente infeccioso e sua interação com o hospedeiro. Nesta fase, embora os indivíduos pareçam saudáveis, seu sangue e suas secreções atuam como reservatórios de microrganismos”, é denominada: