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Observe o seguinte trecho: “Se a categoria do tempo encontra formas ou flexões próprias em todas as línguas, o mesmo não acontece com a de aspecto, que parece exercer papel subsidiário: raras são as que dispõem de flexões próprias para esta função. No entanto, a maneira de ser do processo verbal é tão importante quanto o próprio tempo. [...] Aquelas línguas que, como o português, não dispõem, no quadro da sua conjugação verbal, de formas exclusivas para indicar o aspecto, ou as têm em número insignificante, servem-se de construções subsidiárias, como as chamadas perífrases ou locuções verbais, quando não de certos utensílios gramaticais adequados”. Agora, leia o título do texto publicado no jornal O Estado de S. Paulo, de 13 de maio de 2016: “Guarda presidencial deixa de hastear bandeira com brasão da República em frente ao Alvorada”. A perífrase contida no título é classificada como de: