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Leia o trecho a seguir: “De fato, para se decidir em que medida um discurso visa persuadir e como o faz, há que levar em conta as características fundamentais da situação em que ele se dá e as relações de intersubjetividade dos interlocutores. Os efeitos perseguidos pelos discursos persuasivos são produtos não de um simples ato ilocutório, como também de elementos extraídos da força ilocucionária da situação. Cabe ainda lembrar que o ato de informar não existe em estado puro e serve antes a convencer e persuadir do que por si próprio”. No dia 15 de maio de 2016, a seção Internacional do jornal O Estado de S. Paulo publicou os seguintes títulos nos textos: “Retórica de Trump faz latinos baterem recorde de registro eleitoral nos EUA”; “Reação a tom ofensivo deve influir nas urnas - Durante campanha, Trump chegou a dizer que México envia ‘estupradores’ aos EUA”; “A América Latina deve se preocupar com Trump?”. Com base no trecho e nas manchetes, o fenômeno observado é conhecido como: