///
Ausência
Por muito tempo achei que a ausência é falta.
E lastimava, ignorante, a falta.
Hoje não a lastimo.
Não há falta na ausência.
A ausência é um estar em mim.
E sinto-a, branca, tão pegada, aconchegada nos meus braços, que rio e danço e invento exclamações alegres, porque a ausência, essa ausência assimilada, ninguém a rouba mais de mim.
Sobre os fonemas em língua portuguesa, o que, grosso modo, é conhecido como vogal, divide-se em vogal e semivogal. Assinale a alternativa em que se destaca, nas palavras presentes no texto, uma semivogal: