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Na história do jornalismo no Brasil, diz-se sobre uma publicação: “Essa posição de absoluto predomínio de [...] nas décadas de [19]40 e [19]50, que seria enfraquecida nos anos 60 e feito desaparecer nos anos [19]70, foi viabilizada por dirigentes e repórteres excepcionais, que, ao lado de Accioly Neto, criaram as condições e fixaram as linhas básicas do processo de desenvolvimento da [publicação]: Frederico Chateaubriand, Jean Manzon, David Nasser e José Amádio. A transformação se iniciou em 1943 com a publicação de maiores e melhores fotografias [...], fazendo com que a tiragem subisse de onze mil exemplares (segundo Millor Fernandes) ou 100 mil exemplares (Accioly Neto), no início da década, para 720 mil, em outubro/ dezembro de 1954, atingindo 887 mil em novembro de 1957 [...]”.
Dada a importância da publicação, trata-se de: