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Um dos desafios na garantia de direitos humanos para os presos em sua ressocialização são os transtornos mentais provocados pelo próprio encarceramento. Estudos indicam que entre 10% e 15% dos reclusos apresentam transtornos mentais severos, ante a 2% dos identificados na população em geral. Os indivíduos que enfrentam a prisão pela primeira vez têm sintomas depressivos e ansiosos com valores mais altos do que os observados nos detentos antigos, com níveis de moderado a grave. Existem algumas classes de antidepressivos, e cada uma dessas classes tem a sua particularidade em relação ao desenvolvimento de reações adversas.
Em relação às reações adversas dos antidepressivos, pode-se afirmar que: