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No texto “Socioanálise e Práticas Grupais no Brasil: um casamento de heterogêneos”, Heliana Conde e Regina Benevides traçam um histórico das práticas grupalistas e da emergência de experiências criativas e coletivas. A partir do texto, é possível afirmar: I O encontro entre os institucionalistas e os grupalistas se configura, principalmente no Brasil, como um casamento de heterogêneos no qual o rigor da intervenção está menos apoiado em exames minuciosos, empreendidos por acentos epistemológicos positivistas, e mais conectado a escolhas ético-políticas que afirmam diferenças.
II Os movimentos contra ditadura no Brasil foram fundamentais para que pudessem emergir ações criativas e coletivas no Brasil.
III Por não serem marxistas, os grupalistas nunca se aliaram à análise institucional, forjando, ainda, um outro movimento técnico-teórico chamado esquizoanálise.
IV Os “grupalistas institucionalistas” entendem o grupo como dispositivo, e não como fim.
Dos itens mencionados, está(ão) correto(s): apenas: