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Ao tratar da autonomia profissional no espaço institucional, Valéria Forti (2010, p.234) considera que “(...) os assistentes sociais têm relativa autonomia na execução do seu trabalho nos limites impostos pela conjuntura social e as instituições empregadoras – são trabalhadores assalariados. Isso significa chance de escolha, de imprimir sentido, direção valorativa às suas ações, mas para isso são necessárias”: