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Sra. Maria, 40 anos, usuária da USF Vila das Rosas há 10 anos. Não realiza nenhuma atividade física e, ao longo do seu acompanhamento pela equipe de saúde da família, relata que sente dores na região lombar bilateralmente, após dias de maior demanda laboral, embora não comprometa suas atividades de vida diária. Em um fim de semana, após realizar uma troca de botijão de gás sozinha, ela sentiu fortes dores na região da coluna lombar, com incapacidade de realizar flexão de tronco e dificuldades para caminhar.
Diante de uma situação de agudização do quadro álgico da Sra. Maria, qual seria o papel do fisioterapeuta do NASF-AB?