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Chagas e Costa (2008) demonstraram que, devido à terapêutica agressiva, aos longos períodos de internação, às frequentes reinternações, à separação da família, à alteração da autoimagem e à perda das atividades sociais e recreativas, as crianças e adolescentes acometidos pelo câncer apresentam depressão, agressividade, passividade E medo. Esses aspectos emocionais podem afetar a recuperação e o entendimento sobre essa nova situação.
Sobre o papel do Terapeuta Ocupacional, atuando em contextos hospitalares na Oncologia Pediátrica, assinale a alternativa INCORRETA.